Estou nos capítulos finais de “A menina que roubava livros” e admito que estou hipnotizado com a historia. Este é daqueles livros que a gente não quer que acabe, mas que te deixa curioso pra saber o final.
Mesmo que seja necessário lembrarmos o que jamais será esquecido, o holocausto é um tema difícil de ser discutido sem cair no lugar comum, didatismo ou na lição de moral, mas isso não acontece aqui. Com a Menina que roubava livros, visitamos a Alemanha nazista durante a segunda guerra mundial por personagens não judeus.
Mas apesar de todas as tentativas, tenho a certeza que a pergunta ficará pra sempre sem resposta:
Como foi que isso pode acontecer?
Autoiluminação, no sentido espiritual, de Nirvana. A raiz da palavra é világ, que significa ao mesmo tempo”luz” e “mundo”. Világos é “claro”, contrário de escuro, megvilágosít é iluminar, transitivo, e megvilágosodik é iluminar-se, encher-se de luz, daí vem megvilágosodás, o substantivo. E o meg? Em geral é usada junto dos verbos pra indicar a realização efetiva da ação, mas isso não é toda a história dessa palavrinha, cujo uso perfeito é um segredo bem guardado dos falantes nativos do magiar.
Um comentário:
Qual o nome do Escritor? Nacionalidade dele?
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